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Crianças e Gatos

A relação entre crianças e gatos  não tem obrigatoriamente que ser problemática. A partir do momento em que a criança tem a noção de que os gatinhos não são brinquedos, o gato pode ser um excelente companheiro, porque é um animal que, salvo algumas excepções, toleram serem pegados ao colo ou ligeiramente empurrados.

O gato reage apenas quando algum acto o magoa. No entanto, deve-se prevalecer a vontade do gato: se ele se retira, deve-se deixa-lo ir embora e não ir buscá-lo novamente.

Quando a brincadeira exagerada, o gato pode começar a miar e a esticar as unhas, porque quer sair. A criança deve larga-lo, porque corre o risco de ser arranhada, já que o gato sente-se preso. Se o gato já tiver passado por más experiências, pode fugir aterrorizado mesmo das pessoas das quais gosta.

Nunca se deve deixar uma criança muito pequena sozinha com um gato, porque é perigoso para ambos: a criança pode magoar o gato a pensar que é um boneco, e o gato pode magoar a criança ao defender-se, ou simplesmente a deitar-se amigavelmente em cima dela, porque um bebé por exemplo, com um gato em cima pode sufocar. Deve-se ter atenção e vigilância a este tipo de situações.


356 artigos no Mundo dos Animais

Co-fundador e administrador do Mundo dos Animais desde 2005. Em casa reinam os mamíferos exóticos (ratazanas, gerbos e afins), embora a grande paixão sejam os gatos, animais com os quais convive desde que nasceu.

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